Estudantes de Belo Horizonte vencem concurso com projetos tecnológicos que resolvem problemas cotidianos

Projetos de Ivan Neves, de 8 anos, Luisa Noronha, de 11 anos, e Vítor Martins, de 14 anos, foram os vencedores do Desafio Change The World, promovido pela escola de programação e robótica codeBuddy

Belo Horizonte foi o grande destaque da edição 2020 do desafio Change The World, promovido pela escola de tecnologia codeBuddy. Foi da capital mineira que saíram os três projetos vencedores – que propõem soluções para problemas ambientais e sociais e que concorreram com mais de 150 inscritos de todo o Brasil.

O concurso convoca crianças e adolescentes de todo o país a apresentarem soluções tecnológicas que impactem positivamente a sociedade em termos de educação, meio ambiente, negócios, energia limpa, consciência social, saúde e/ou qualidade de vida.

O vencedor na categoria de 7 a 9 anos foi Ivan Neves, que propôs um game que planta árvore reais. Aluno da codeBuddy Castelo, em BH, Ivan não só se preocupou em desenvolver um projeto voltado a contribuir com o meio ambiente, como também planejou sua aplicabilidade na prática. Funciona assim: a cada dez sementes coletadas pelo jogador, surgirá uma estrela que, ao ser recolhida, plantará dez árvores virtuais. Essas dez árvores no jogo correspondem a uma árvore na vida real, que será plantada pelos anunciantes do game toda vez que algum usuário vencer. Segundo ele mesmo explica, a sua iniciativa é importante porque “uma árvore é a forma mais eficiente de salvar a natureza, já que diminui o ruído, purifica o ar e é abrigo para vários bichos”.

Já na categoria de 10 a 12 anos, a vencedora foi Luisa Noronha, aluna da codeBuddy na unidade Cidade Nova. Com 11 anos, a mineira desenvolveu um projeto de robótica para ajudar idosos que moram sozinhos. O dispositivo que ela criou e programou identifica uma variação de temperatura no ambiente, disparando um alarme quando atinge uma temperatura elevada que pode indicar um incêndio. Além disso, a jovem também pensou nas pessoas com deficiência auditiva, que não poderiam escutar o som do apito. Para atendê-las, a menina incluiu no projeto um painel iluminado, que exibe a letra “H”, de “hot”, em caso de altas temperaturas, e a letra “C”, de “cool”/”cold”, em caso de normalidade.

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E na categoria de 13 a 17 anos, o campeão foi o Vítor Tavares com o game que batizou de “Save The Amazonia”. Também aluno da unidade Castelo, em Belo Horizonte, o garoto de 14 anos criou em apenas duas semanas um jogo no clássico estilo plataforma. Além do tema escolhido ser muito atual e relevante, levando em conta o número alarmante de queimadas na Amazônia durante este ano, o jovem também se dedicou a deixar seu projeto divertido e visualmente agradável, com desenhos incríveis e cores atrativas. Ele incluiu até mesmo um nível “Chefão” ao final, isto é, a fase mais difícil em que o jogador deve enfrentar o grande vilão para vencer o jogo.

Os três vencedores ganharam um Amazon Echo Dot (alto-falante sem fio com comando de voz) e bolsa de estudos integral de um ano na codeBuddy com material didático incluso.

Com mais de 40 unidades espalhadas por oito estados e com iniciativa voltada para escolas regulares, a codeBuddy defende o uso criativo e produtivo da tecnologia. “Mais do que consumir, o uso responsável e seguro da tecnologia ajuda essa nova geração a usa-la como ferramenta de criação. Dessa forma, eles são estimulados refletir sobre os problemas cotidianos e a desenvolver diversas habilidades, como a criatividade e a organização. Queremos incentivar o uso da tecnologia como instrumento transformador da sociedade, ajudando a preparar os jovens para um futuro cada vez mais tecnológico”, afirma Guilherme Gani, coordenador de conteúdo da codeBuddy.

Conheça os projetos vencedores:

Categoria de 07 a 09 anos:

Categoria de 10 a 12 anos:

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Categoria de 13 a 17 anos:

Written by Redacao

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