QUATRO EXPOSIÇÕES EM ANDAMENTO NO MEMORIAL VALE

EXPOSIÇÕES EM ANDAMENTO

 

ATÉ 08/01/21 – EXPOSIÇÃO “RELICÁRIO”, POR RAMON NAVARRO E DÉBORA DINIZ

Até o dia 8 janeiro o Memorial Vale apresenta a exposição “Relicário”, de Ramon Navarro, com textos de Débora Diniz. Relicário é um álbum virtual de memória que homenageia mulheres mortas pela pandemia de Covid-19 no Brasil. As ilustrações feitas por Ramon Navarro com colagens sobre fotografias antigas são acompanhadas de textos escritos por Debora Diniz a partir de notícias de morte de mulheres comuns e anônimas. A apresentação integra o projeto “Mostra de Fotografia” do Memorial Vale.

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Criado no final de março de 2020, quando a Covid-19 começou a avançar no Brasil, o perfil de Instagram @reliquia.rum (em alusão à palavra relicário em latim) publica diariamente textos e imagens criados por Ramon Navarro e Debora Diniz para refletir sobre a morte de mulheres pela pandemia. A proposta do @reliquia.rum nasceu da inquietação com a morte que tem assolado multidões, transformando vidas em números, despidas de biografias. Partindo de notícias de mortes de mulheres anônimas, o álbum virtual usa a imaginação para um exercício coletivo do luto, do direito de sentir a perda, com atenção às desigualdades impostas pelos regimes de gênero, raça, classe e deficiência que precarizam vidas de brasileiras.

 

Ramon Navarro é cineasta e artista plástico mineiro, com mais de 20 anos de experiência em produções audiovisuais independentes. Em 2018, foi homenageado no Festival de Cinema de Trancoso (Bahia).

 

Debora Diniz é antropóloga, pesquisadora e professora na Universidade de Brasília. É fundadora da organização feminista Anis – Instituto de Bioética, que atua em defesa de direitos de meninas, mulheres e outras minorias.

 

 

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Até 10/01/21 – EXPOSIÇÃO NGOMAS: SARAVANO TAMBUS, PEÇO LICENÇA PRA MEU CANTO FIRMÁ, POR RIDALVO FÉLIX

Até o dia 10/01/21, o Memorial Vale apresenta a exposição “NGomas: Saravano Tambus, peço licença pra meu canto firmá”, de Ridalvo Félix. Ngoma, termo encontrado na língua kimbundo, significa tambor. É utilizado nas tradições afro-brasileiras de matrizes Bantu para se referir aos tambores e às expressões de cantantes dançantes. O tambor é feito de tronco de árvore escavado, coberto com pele de animal, e sua afinação é realizada numa fogueira. Aqui, os ngomas confluem expressões que matizam e geram cantos dançados. A intenção dessa expografia (e afrografias) é entoar os constructos sistêmicos e epistêmicos a partir das Famílias de Ngomas dos Candombes mineiros, em que as espirais do tempo/espaço traduzem modos de ser/estar em cada uma delas. O evento faz parte do projeto Novos Pesquisadores do Educativo do Memorial Vale.

 

 

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ATÉ 15/01 – EXPOSIÇÃO “CIRCO IMAGÉTICO – TRAPÉZIO – CHICA DA SILVA”

Até o dia 15 de janeiro o Memorial Vale mostra em seu site a exposição “Circo Imagético – Trapézio – Chica da Silva”, série de registros fotográficos de uma cena circense de trapézio inspirada em Chica da Silva. A trapezista e idealizadora da exposição é Liz Monteiro e a fotógrafa é Ananda Rangel. A exposição integra o projeto “Mostra de Fotografias”, do Memorial Vale.

 

A montagem e a documentação das imagens foi feita em Milho Verde, distrito de Serro (MG), cidade onde nasceu Chica da Silva. Por meio do trapézio, Liz Monteiro retrata Chica da Silva, essa grande personalidade histórica que se tornou um símbolo cultural do Brasil.

 

Liz Monteiro é artista circense com formação pela Spasso – Escola Popular de Circo de Belo Horizonte (2012). Em sua trajetória, fez parte da equipe de alguns circos sociais em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Entre eles, Circo da Gente Ouro Preto (MG) e Crescer e Viver (RJ). Já se apresentou em importantes festivais e convenções de circo pelo Brasil, Argentina e Chile. Atualmente é fundadora, artista e professora no projeto Circo Verde em Milho Verde (MG).

 

 

ATÉ 22 DE JANEIRO – EXPOSIÇÃO “BRUMA”, DE ANGELO MAZZUCHELLI

Até 22 de janeiro o Memorial Vale exibe no site a exposição “Bruma” do artista plástico Angelo Mazzuchelli, que produziu uma série de fotografias tratadas digitalmente. Registram uma modelo usando uma peça em papel denominada véu tipográfico. A repetição da palavra bruma gera uma padronagem que forma o véu. A referência visual são antigos cartões postais fotográficos. A exposição integra o projeto “Mostra de Fotografias”, do Memorial Vale.

 

Angelo Mazzuchelli, de BH, é artista plástico e professor associado do Departamento de Desenho da Escola de Belas Artes da UFMG. Pesquisa e produz trabalhos que exploram a dimensão visual da escrita.

 

 

 

Memorial Vale na web:

http://www.memorialvale.com.br

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https://www.instagram.com/memorial.vale

https://www.youtube.com/user/memorialvale

www.memorialvale.com.br/visite/visita-virtual/

Por Redacao

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