“O Bartender Brasileiro, uma visão Criativa”

Um estudo comparativo entre coquetéis clássicos e autorais valorizando o bartender brasileiro.

Apresento nosso Bartender da Semana.

Tom Oliveira

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Um dos expoentes da coquetelaria e mixologia brasileira, proprietário da Gipsy Cocktails, do Vitrus Pop-Up e do canal do Youtube Atrás do Balcão.
Tom Oliveira foi mixologista da Jägermeister – licor alemão que atua no Brasile também da cachaça Antonieta, na cidade de Florianópolis. Durante o período de 2018 a 2019 trabalhou como mixologista na Casa Quatro Oito, hotel boutique também na cidade de Florianópolis, onde foi responsável pelo desenvolvimento da carta de coquetéis, treinamento de equipe e gestão de
operação de bar.
Atualmente participa do projeto Biomas em parceria com o núcleo de estudos do IFSC Instituto Federal de Santa Catarina que tem como objetivo mapear os insumos regionais de pequenos produtores e aplicá-los na coquetelaria e na gastronomia, incentivando assim uma cadeia de consumo local e consciente.
Idealizou os cursos Coquetelaria com Cachaça que desmistifica a cachaça como bebida marginalizada pontuando seus valores na coquetelaria e gastronomia.
Tom Oliveira conquistou a etapa brasileira do campeonato da marca Bacardi, o Legacy, em 2019 e esteve entre os finalistas na etapa mundial que aconteceu em Amsterdã. Também participou de diversos campeonatos nacionais dentre eles o Most Imaginative Bartender da marca Bombay Sapphire onde chegou em duas finais.
Como consultor, conquistou o prêmio de melhor carta de coquetéis em São Paulo, sendo indicado entre os finalistas para o prêmio de melhor bartender do ano.
Reunindo estas qualidades o trabalho de Tom se configura como ferramenta certa para o posicionamento de bares, restaurantes e marcas no mercado brasileiro.

Instagram: @gipsycocktails 

 

O Bartender:
@gipsycocktails
A Criação:
Ed Mort

Processo Criativo:
Busquei substituir a base original de gin pela cachaça envelhecida em jequitibá, com aromas bem florais. Essa escolha foi para dar uma presença brasileira a um drinque do século 18, muito importante para o nascimento de outro clássico, o Dry Martini, pela necessidade de um drinque mais seco. Também optei substituir o vermute doce tradicional da receita clássica pelo vermute de Jerez, que tem uma acidez interessante, conversando bem com a cachaça. Mantive o licor de Maraschino e o bitter de laranja para não perder a essência de dulçor e complexidade presentes no drinque original. Ele se chama Ed Mort e foi inspirado no personagem fictício do escritor Luiz Fernando Verissimo, sobre um detetive particular atrapalhado. Dai a escolha do nome em relação ao drinque. O Dry Martini ficou popular por conta do espião inglês James Bond, o 007

 

A Receita:
60 ml de cachaça envelhecida em jequitibá
30 ml de vermute de jerez
10 ml de licor maraschino
02 gotas de bitter de laranja
Sirva coado em taça com uma pedra grande de gelo e uma 1 zest de laranja

 

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Modo de Preparo:
Mexido
Servido em taça Martini

 

Quer conhecer mais sobre coquetelaria? Acesse meu Instagram @leogomesbartender

Não compartilhe com menores de 18 anos.

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Beba com moderação.

Se beber não dirija.

Por Leo Gomes Bartender

Leo Gomes | Bartender
🥃 Bartender no @hotelourominas
🔪 Estudante de Gastronomia
📝🍸 no canal @belohorizonte
🔞 Perfil > 18 anos

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