Morar próximo a áreas verdes traz bem-estar e qualidade de vida

Pesquisa aponta benefícios de ter árvores e plantas mesmo em áreas urbanas

Edifício Kadosh – Foto divulgação RKM

A importância da natureza na vida do ser humano é irrefutável, especialmente quando se vive próximo a áreas verdes, onde não só o visual serve de colírio para os olhos, como o ar mais puro é refresco para os pulmões e coração. Estudo publicado pelo Journal of Epidemiology and Community Health indica que pessoas que moram perto de áreas verdes ou convivem mais tempo com a natureza têm probabilidade 30% menor de desenvolver depressão e ansiedade, além de ter menos chances de adquirir doenças do pulmão. Isso ocorre, principalmente, porque os espaços naturais são um convite à prática de exercícios físicos e outras atividades ao ar livre.

Na ocasião em que se comemora o Dia da Árvore, 21 de setembro, a data ganha relevância na medida em que serve de incentivo para o plantio de mais mudas para que as árvores cumpram seu importante papel no ecossistema: absorver o gás carbônico da atmosfera e liberar oxigênio, fonte de energia para melhorar a qualidade do ar e também a umidade. Foi pensando nisso e aliando o bem-estar dos moradores à sustentabilidade do planeta que a construtora RKM investe em modelo diferenciado de empreendimento, contemplando o Selo Casa Saudável.

O selo surgiu da necessidade de assegurar que as construções proporcionem bem-estar e saúde aos futuros moradores. A iniciativa da construtora tem importantes impactos, uma vez que segue os padrões de normas técnicas do Healthy Building World Institute (Instituto Mundial de Construção Saudável), entidade certificadora do Selo Casa Saudável. Os empreendimentos sustentáveis levam em conta a relação do imóvel com o entorno, principalmente se a construção for feita ao redor de áreas ambientais.

“Construímos apartamentos que valorizam o contato com a natureza, visando à saúde física e mental dos moradores. Além disso, também nos preocupamos com a economia de energia e de água – durante e após a construção, melhor qualidade do ar interno, melhor aproveitamento da luz e ventilação natural, isolamento termoacústico, utilização de materiais atóxicos”, explica Mariana Perillo, gerente de comunicação e marketing da RKM.

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A construtora RKM investe em empreendimentos sustentáveis próximos à mata de preservação do Vale do Sereno, em Nova Lima. “Sabemos da importância do contato com a natureza para a saúde e, por isso, sempre priorizamos construir próximo a áreas verdes. As regiões mais arborizadas colaboram para a redução da poluição e do barulho nas cidades, além de regular a temperatura, funcionando como um ar-condicionado natural”, explica Mariana.

O residencial Kadosh foi primeiro empreendimento da América Latina a receber o Selo Casa Saudável, concedido pelo Healthy Building World Institute (Instituto Mundial de Construção Saudável), em 2015, com projeto em fase inicial e, em 2019, finalizado. Após ter vendido todas as unidades do empreendimento, a construtora lança em novembro mais um empreendimento na região, o residencial Sereno.

 

Urbanização harmoniosa

CSUL Divulgação

As cidades do futuro também têm como premissa a convivência mais harmoniosa entre as áreas urbanas e os ecossistemas verdes. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Nova Lima, um projeto de desenvolvimento urbano planejado prevê a conservação de corredores ecológicos formados por árvores nativas em meio a áreas residenciais e comerciais. Trata-se do projeto CSul, que prevê a criação de um conjunto de bairros planejados na região da Lagoa dos Ingleses, que é reconhecida pelos seus belos atributos naturais.

De acordo com Maury Bastos, presidente da CSul Desenvolvimento Urbano, o projeto prevê a conservação de 64% do terreno em seu estado natural garantindo uma harmoniosa e agradável convivência entre as pessoas e a natureza. “Uma das nossas principais premissas é a sustentabilidade, por isso preservamos integralmente fragmentos de Mata Atlântica, áreas de nascentes e de preservação permanente. Com isso, o projeto contempla um índice de área verde por habitante de 92 a 129 m², enquanto em Belo Horizonte, por exemplo, esse índice é de 18m² por habitante”, ressalta Maury Bastos.

 

O projeto adota as principais boas práticas das smart cities no mundo e se destaca no Brasil e América Latina. “As novas cidades inteligentes querem promover, entre outros aspectos, a integração do homem com a natureza e a qualidade de vida da população e é isso que buscamos fazer na Lagoa dos Ingleses. Ressaltar o que a região tem de melhor e criar novas oportunidades de moradia e trabalho nesse ambiente saudável, com ecossistema diverso, ao longo das próximas décadas”, completa.

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Reserva Permanente do Patrimônio Nacional

Localizado às margens da Represa do Funil, em Macaia (MG), o condomínio de alto luxo Vivert Reserva da Mata vem se tornando referência em qualidade de vida, incentivando a valorização da simplicidade, bem-estar e sustentabilidade. Por iniciativa de seus proprietários, os irmãos Júnior e Alessandro Rios, a maior reserva particular de Mata Atlântica em condomínios de Minas Gerais, com 400 mil metros quadrados, foi doada à federação e recebeu o título de Reserva Particular do Patrimônio Natural, representando um importante passo para a conservação da biodiversidade.

“O cuidado e a conexão com o meio ambiente estão no DNA do Vivert. Ele foi construído 80% pela natureza e os outros 20% lapidados por nós. Seguimos o padrão sustentável e ecologicamente correto, com edificações integradas harmonicamente ao ambiente e limitação de ocupação dos terrenos. O nosso propósito é que seja um lugar em que as pessoas possam se reconectar com elas mesmas e com a natureza, sentindo o ar mais leve e respirando de uma maneira mais consciente. Afinal de contas, o local em que vivemos influen­cia diretamente em nosso humor, bem-estar e, principalmente, em nossa energia e forma de enxergar o mundo”, diz Junior.

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Written by Marcela Cunha

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