Desemprego motiva mineiro a investir no próprio negócio

Venda direta foi o ramo escolhido por Edmilson Alves, de Minas Gerais, para garantir renda mensal e conquistar independência em um mercado cada vez mais instável

Segundo dados da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), empreender e abrir o próprio negócio é o quarto item da lista de maiores desejos dos brasileiros. Baseado em pesquisas realizadas em 2019, a categoria só perde para os desejos de conquistar o próprio automóvel, viajar pelo Brasil e adquirir a casa própria. O resultado não é por menos, já que atualmente o país é um dos maiores na taxa de desemprego em âmbito mundial contando com mais de 12 milhões de cidadãos desempregados e sem fonte de renda fixa.

Com a pandemia do novo coronavírus, a crise do desemprego aumentou ainda mais. Isso porque o isolamento social e as normas de segurança definidas pelos estados afetaram pequenas e grandes empresas que tiveram que paralisar as atividades temporariamente. Apesar da volta gradativa pela apresentação de melhoras no quadro da doença pelo país, a falta de fluxo de caixa e a demora pelo retorno custaram alto para muitas empresas que precisaram demitir seus funcionários e fechar as portas definitivamente.

Com o efeito, muitas são as pessoas que estão se rendendo ao empreendedorismo e investindo em negócios a fim de garantir renda e independência financeira em um mercado que se mostra cada vez mais instável. Dentro do ramo, está um dos formatos de empreendimentos mais práticos e populares no país, o da venda direta – forma de comercializar produtos por meio da relação entre profissionais independentes e seus clientes, sem a necessidade de um estabelecimento comercial fixo.

“É em crises como essas que as pessoas se reinventam, se profissionalizam ou começam a ver uma forma de ganho enquanto não se recolocam no mercado de trabalho tradicional. A venda direta se torna uma dessas oportunidades praticada desde os tempos antigos, com a venda de porta em porta e em catálogos, até os tempos atuais em que o modelo se adaptou e ganhou espaço no mundo digital”, explica Maurício Patrocinio, empresário especialista no ramo e diretor da NewAge Brasil, empresa americana que chegou recentemente ao Brasil trazendo qualidade de vida a partir de suplementos saudáveis.

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A solução rápida, simples e eficaz é profissão principal de milhares de brasileiros que puderam realizar o sonho de abrir o próprio negócio trabalhando no conforto de casa por meio de ferramentas 100% online, como a oferecida pela NewAge Brasil. Isso porque a migração para o ambiente virtual foi uma necessidade dos tempos atuais compreendida por diversas empresas que encontraram uma forma de chegar aos consumidores com a mesma eficiência e qualidade de um encontro presencial, adicionando o bônus da agilidade e conforto oferecidos pelos smartphones, computadores, ipads e tantos outros eletrônicos.

“Há um tempo, diziam que com o surgimento da internet as vendas diretas iam acabar, mas para que a estratégia funcione e o negócio gire, não é necessária a presença física do vendedor. Hoje, temos a prova disso. Eu sempre acreditei que a venda direta tem como base o relacionamento e não a conveniência, como ficou muito conhecida no passado”, explica Patrocínio, que possui 27 anos de experiência no ramo e foi um dos pioneiros, junto a NewAge Brasil, a desenvolver o primeiro evento de lançamento totalmente online de uma nova marca de venda direta no mercado brasileiro.

Por Redacao

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