COVID-19: Quais mudanças vieram para ficar nos imóveis residenciais?

Mudança no processo de vendas, home office, valorização da casa própria são algumas das tendências

Crédito: Daniel Mansur – RKM

A pandemia do novo coronavírus modificou significativamente os hábitos de milhões de brasileiros. Boa parte das cidades já ultrapassam três meses de distanciamento social, o que tornou essencial a estruturação dos lares e também dos serviços oferecidos no mercado imobiliário. De acordo com arquiteta da RKM Engenharia, Juliana Maioli, a quarentena nos fez refletir sobre os diversos aspectos do nosso dia a dia, incluindo consumo, sustentabilidade e vida social. “Estamos passando mais tempo em casa e mudamos diversos hábitos para adotar as medidas de prevenção contra a COVID-19, mas algumas delas já alteraram a nossa maneira de interagir, de comportar e de trabalhar”. Reunimos abaixo alguns comportamentos já percebidos no cotidiano dos clientes da RKM e nos hábitos dos demais consumidores.

  1. Home office: De 6 a cada 10 pessoas precisaram adotar o formato de teletrabalho, o que desmitificou a cultura do home office para muitas empresas e indica uma mudança significativa nos modelos tradicionais. Um estudo realizado este ano pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que 30% das empresas brasileiras devem manter o home office em suas jornadas de trabalho após a pandemia do novo coronavírus. Essa mudança aumentou as buscas para aliar design a produtividade e por imóveis funcionais. A RKM já oferece opções de plantas personalizas para proporcionar adaptações de acordo com a necessidade do cliente e lança este ano um empreendimento com a área de escritório já com a entrada independente. Cerca de 90% dos clientes da construtora optaram por algum tipo de modificação, como por exemplo a execução de um home office ou uma cozinha integrada.
  2. Casa própria retoma importância: As pessoas precisaram começar a fazer tudo do lar, trabalhar, malhar e se divertir, transformando as casas em multifuncionais. Consequentemente elas ganharam mais valor patrimonial e emocional, principalmente para os millennials – geração nascida entre a década de 80 o começo dos anos 2000, que não viam a compra do imóvel como um investimento.
  3. Busca por imóveis mais afastados dos grandes centros: Seguindo a tendência de dar mais valor ao lar, as pessoas começaram a buscar por imóveis maiores, com ambientes mais flexíveis e mais afastados dos grandes centros. Parte desse público procura uma reconexão com a natureza, mais espaço para os filhos e localização nas regiões metropolitanas.
  4. Processo de compra mais digital: Sem a opção de lojas físicas na maioria das categorias, os brasileiros aumentaram suas compras online e passaram a usar mais meios digitais de pagamentos. Um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) em parceria com a Toluna, mostra que 61% dos consumidores que compraram online durante a quarentena aumentaram o volume de compras online devido ao isolamento social. E no setor imobiliário não foi diferente, as empresas que já estavam investindo em transformação digital celebram  um semestre com recorde de vendas.  Durante este período de pandemia, a RKM Engenharia manteve o número de vendas conforme o esperado e celebra um fechamento de semestre positivo com o atendimento online.

 

Últimos dias de votação do Prêmio Reclame Aqui – maior reconhecimento de atendimento no Brasil

Especialistas da PwC Brasil participam da Conferência Internacional Datagro sobre Açúcar e Etanol