15a CineBH começa às 20 horas desta terça pelo site cinebh.com.br com performance audiovisual e debate que discute “Cinema e Vigilância”

Toda a programação é online e gratuita que segue até o dia 3/10, domingo, no site www.cinebh.com.br. São 95 filmes em pré-estreias e mostras temáticas, 21 debates e rodas de conversa, sessões cine-escola, Mostrinha, exposição e as atividades do 12o Brasil CineMundi, o encontro internacional de coprodução

Começam nesta terça-feira, 28 de setembro, às 20 horas, pelo site cinebh.com.br a 15aCineBH – Mostra de Cinema de Belo Horizonte e o 12o Brasil CineMundi – InternationalCoproduction Meeting. A programação gratuita será transmitida em ambiente online até o dia 3 de outubro, com seis dias de intensas atividades: são 95 filmes nacionais e internacionais em pré-estreias e mostras temáticas, entre curtas, médias, longas-metragens e work in progess; 5 debates, 5 painéis, 10 rodas de conversa, 1 show case, 2 masterclasses internacionais, 2 workshops e diversos encontros de coprodução. Informações e acessos estão no site www.cinebh.com.br, onde estará concentrada a realização do evento.

A noite de abertura da CineBH, acontece nesta terça-feira, às 20 horas, no site cinebh.com.br e vai apresentar ao público coletivos que movimentam a cidade e a temática desse ano “Cinema e Vigilância”, que estará presente em vários eixos da mostra, desde filmes a debates e estudos de caso, e construirá um diálogo com a cidade e sua urbanidade. A performance audiovisual de abertura tem criação e roteiro de Chico de Paula e Raquel Hallak, com direção, edição, montagem e finalização de Janaína Patrocínio.

O conceito do evento será mostrado com arte, música, imagens e movimentos, contando com diversas participações especiais. Estão confirmados uma apresentação de jazz orimauá e presenças do Filme de Rua, Karine Bassi, Cia Fusion e Cia dos Anjos. A performance musical será com os Arautos do Gueto. No vídeo a ser exibido, o espectador vai ver entrevistas com artistas da cultura local, como Biel, Dodó Silva, Joanna Ladeira, Karine Bassi e Wallison Culu.

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“Vamos abrir a temporada audiovisual da 15a CineBH apresentando a força e o trabalho de diversos coletivos que atuam em suas comunidades utilizando a arte e a cultura como ferramentas de transformação social – ampliando, desta forma, as vozes e a presença de trabalhos sociais na programação do evento. Acreditamos que a soma de esforços só pode resultar em bons frutos e, que mais do que nunca, se faz necessário dar visibilidade às ações e projetos conduzidos por lideranças comunitárias que merecem nosso afeto e reconhecimento. A cidade está em movimento e o nosso cinema também. Assim vamos comemorar os 15 anos da Mostra CineBH”, ressalta Raquel Hallak, coordenadora geral do evento.

O destaque internacional da 15a CineBH ao coletivo Forensic Architecture também é um dos pontos importantes da abertura da mostra. Fundado pelo arquiteto Eyal Weizman na universidade Goldsmiths, em Londres, o Forensic é integrado por artistas visuais, cineastas e arquitetos. Seu trabalho, que ocupa festivais de cinema e galerias de arte no mundo todo, captura os dispositivos da sociedade de vigilância e seus produtos para produzir evidências que vão denunciar crimes, formas de opressão e violência. O público poderá conhecer mais sobre o Forensic Architecture na mostra dedicada ao coletivo na programação e também no debate de abertura, na própria noite do dia 28.

O debate, que leva o nome da temática “Cinema e Vigilância”, vai reunir o arquiteto Paulo Tavares, um dos fundadores do Forensic, com o crítico Bernardo Oliveira e a pesquisadora Patrícia Mourão, sob mediação do curador Pedro Butcher. A conversa tratará de assuntos que vão pautar a mostra este ano, em especial os objetivos e mecanismos de tecnologias de monitoramento e vigilância por grandes corporações e de que forma o audiovisual se apropria disso para denunciar, expor ou confrontar esses próprios dispositivos.

Fechando a programação da noite, o público terá acesso a um dos trabalhos mais impactantes do Forensic Architecture: a série de curtas-metragens da investigação “O Assassinato de Harith Augustus” (2019), que esmiúça detalhadamente uma morte provocada por policiais de Chicago e busca compreender os acontecimentos sob ângulos inusitados e essenciais para se perceber como as instituições operam no sentido de acobertar ações controversas e violentas.

Para saber detalhes sobre os filmes da mostra e as atividades do Brasil CineMundi, além de outros debates e encontros que vão discutir o presente e também o futuro do audiovisual no país, leia mais aqui.

Por Redacao

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